Terça-feira, 1 de Julho de 2008

O QUARTEL GENERAL CÁ DA MALTA...

 

 

Qualquer gang que se preze tem o seu  "bunker" de estimação e nisso os Invicta Night Walkers não fogem à regra.

Nesta foto podemos ver alguns desses mesmos activistas num momento de descontração e de alegre convivência...

 

Na foto : Panhol, Ali, Branko, Vitor, Ivo, Horse e Madeiras.

 

P.S: Já agora aproveito para mandar o Ali para o caralho!!... esse grande boi albino tinha gravado dois videos bem porreiros das acções da malta na noite da invicta, acontece que esse gajo é um grande nabo e vai daí eliminou esses mesmos videos para poder ter espaço de memória no seu tlm para gravar o macaco do MarceloD2 ao vivo.

Só nos resta uma solução, temos que ter uma reunião para decidirmos a expulsão desse verme da nossa prestigiada organização...


publicado por Rapazes do Bessa às 01:54
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5 comentários:
De Anónimo a 1 de Julho de 2008 às 10:33
Mas não és tu que vais de carro pá praia? Qualquer membro dos invictanightWALKERS vai a pé


De Anónimo a 1 de Julho de 2008 às 11:09
Esse ali é um grande nabo pá.Ainda gostava de ver que "acções" eram essas ahahahahah tonos.Aproveito para relembrar:NÃO QUERO MERDAS DESSAS NA MINHA ÁREA DE JURISDIÇÃO!!!!!


De O meu samba é assim a 1 de Julho de 2008 às 12:06
Vai mas é po caralho oh presigay. APAGA ESTE BLOG, só dá xibaria.


De Rapazes do Bessa a 1 de Julho de 2008 às 21:33
Cala-te murcon!! Eles sabem bem quem tu és... estás na lista para abater, que remédio tens tu que te juntares à nossa malta, caso contrário eles fazem-te a folha, se virares as costas à familia só ficas a perder...


De Anónimo a 3 de Julho de 2008 às 17:44
E teimava em continuar só, em fumar, em beber: tudo fazia para se evadir, para não estar onde estava, para acabar com a náusea da vida - "raios partam a vida e quem lá ande!" O Dr. Jaime Neve, primo do poeta, que o vira ultimamente, proibira-o de beber: um cálice mais de aguardente, e seria o fim. E o poeta, serenamente, como quem, na verdade, está persuadido de que a morte não existe:

Neófito não há morte,


continuava a beber. Em frente do balcão do Val do Rio, à Rua dos Correeiros, bebeu pela última vez.


Devo tomar qualquer coisa ou suicidar-me?
Não: vou existir. Arre! Vou existir.
E-xis-tir...
E-xis-tir...

Dêem-me de beber, que não tenho sede!



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